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  • Foto do escritorCarlita

Maio, Mês da Consciencialização para a Doença Celíaca



O mês de Maio assinala a tomada de consciência para o problema da doença celíaca. Mas afinal o que é esta doença?


É a incapacidade que o nosso organismo tem de processar e digerir todos os alimentos que contêm glúten na sua composição, causando um processo inflamatório crónico e que se pode manifestar através de vários sintomas.


Estima-se que cerca de 3% da população portuguesa é celíaca, no entanto muito maior é o número de intolerantes ao glúten.


Qual a principal diferença entre a doença celíaca e a intolerância? A Doença Celíaca é diagnosticável através de analises sanguíneas específicas e de uma endoscopia digestiva alta (fiz ambas), a intolerância só se consegue comprovar a 100% através da eliminação do glúten da dieta alimentar, e da forma como o organismo reage a esta alteração.



Pois é, eu não sou celíaca, os exames dizem que não, mas os sintomas persistiram apesar dos exames negativos até que resolvi, por incentivos muito especiais, retirar por completo o glúten, e desde o primeiro dia senti o meu estômago e intestino agradecerem-me por esta atitude. Finalmente tinha ouvido o meu corpo.


Na sua essência, ser intolerante ou ser celíaco é muito idêntico. Precisamos de fazer uma dieta 100% glúten free, senão não corre bem, nada bem. Em alguns casos, é a vida que está em jogo.


E o que é isto do glúten? É a proteína presente em muitos cereais, sendo o mais conhecido e o mais consumido o trigo. Massas, bolachas, pão, cereais, é tudo feito através de trigo. Depois temos o centeio, a cevada e a aveia.


Sem glúten temos a aveia (depende do processo de fabricação, mas na embalagem está sempre referenciado se tem presença de glúten ou não), a quinoa, o trigo sarraceno, o milho e o arroz.


Se de início foi fácil? Não, mas tornou-se muito fácil quando comecei a perceber que este era o caminho que precisava, acima de tudo o caminho que o meu corpo pedia depois de ter emagrecido 15 quilos, e encontrar-me totalmente perturbada a nível gastrointestinal.


Irei partilhar mais da minha história, mas estejam atentos, o corpo dá sinais, pede água, pede alimento, dá sinais de enfartamento... Nós muitas vezes não valorizamos esses sinais.


Se alguém se identificar ou quiser falar um pouco mais sobre o assunto cá estou, totalmente livre de glúten, de lacticínios, de álcool e de café. E o que isso me ajudou a hoje estar melhor, comigo e com o meu corpo!




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